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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

TRAICOES DE UMA ESPOSA

O meu marido, é diferente da maioria dos cornos citados em vários relatos aqui. Célio é um bom e dedicado esposo, porém nem desconfia que sua linda esposa o trai. Acho que não suportaria saber, que sua amada leva piroca de outro homem e chupa pau até tomar leite. Por mais passivo, pacato e bonzinho que ele seja, não o vejo como corno manso. Então, tenho minhas aventuras em segredo.

Isto vem acontecendo desde o tempo que começamos a namorar, eu com 15 anos e ele 17. Estamos juntos há 13 anos e casados há 3. Eu era virgem quando conheci Célio, mas não foi ele quem me deflorou. Ele sempre foi lerdo. Acabei dando minha virgindade para o meu vizinho, cinco anos mais velho do que eu, na época. Carlos era safado e com fama de pegador. Não resisti as cantadas cafajestes dele e dei minha piriquita. Gostei desde o início e me viciei. Sempre quando Célio ia embora, depois daquele namoro chato de adolescente certinho, sentado no sofá assistindo TV, Carlos pulava o muro que dividia nossas casas e me dava pau pra chupar. Me colocava de joelhos e sem dó, socava rola na minha boquinha. Depois me botava de quatro e mandava pica pra dentro. Minha bundinha ficava toda vermelha com os tapas dele e a bucetinha inchada. A janela dos nossos quartos ficavam na mesma posição. Era ele transpor o pequeno muro e praticamente já caia pra dentro do meu quarto. Minha janela estava sempre aberta, assim como minhas pernas para aquele cavalo de pau grande.

Quando Carlos se mudou, nós duas, eu e minha xoxotinha, não paravam de chorar. Ficamos assim por semanas.

Continuava namorando o Célio, a gosto da minha família. Quando completei 18 anos, ele me pediu em noivado. Fiquei sem ação e aceitei. O sonho de uma mulher é sempre casar, porém sabia que com o Célio ia viver um casamento cheio de monotonia. Mesmo assim levei em frente nosso compromisso e tivemos nossa primeira transa. Foi a primeira frustração sexual da minha vida. Célio era desprovido de pau, o que não mudou até hoje, claro. Seu dote era minúsculo, comparado com o do Carlos. Não tinha aquela pegada. Praticamente era o sexo "papai e mamãe", do bem. Ele nem desconfiou que eu não era mais virgem, tamanho sua leseira. Não tínhamos uma grande frequência, o que para mim era um alívio. Eu gostava do Célio, como gosto até hoje. Ele é muito bom para mim e me trata como uma princesa. Só que sou uma princesa que gosta de príncipes sarados e pauzudos. Célio é raquítico e "desdotado". Seus pelos pubianos, o que acho um nojo, quase esconde seu membro. Já até pedi para ele aparar aquela mata, mas meu marido acha isto uma tolice.

Passei no vestibular para administração e comecei a trabalhar como recepcionista de eventos, para pagar a faculdade. Minha beleza e meu corpo, ajudaram muito em alguns contratos. Fiz varias recepções e levei muitas cantadas. Algumas delas, cedi. Em um ano, tive três casos. Eram geralmente executivos que me enchiam de presentes, em troca da minha bucetinha.

Na faculdade, fui comidinha de um carinha muito gostoso. O Luciano era filhinho de papai e comedor de putinhas. Eu fui uma, da sua coleção de trepadas. O Lu era cafajeste e me lembrava muito o Carlos.

Célio havia comprado um pequeno caminhão para trabalhar como terceirizado, em uma transportadora. Fazia entregas locais e em cidades vizinhas a nossa, ganhando por entrega. A grana era curta, porém o suficiente para pagar as prestações do caminhão e as contas.

Quando entrei no último ano da faculdade, fui pedida em matrimônio. Minha família ficou muito feliz, pois me casaria com um homem bom e trabalhador. Eu estava assustada, pois não queria me transformar em esposa e dona de casa. Queria sim, continuar com minha liberdade, para meter de vez em quando com algum pintudo. Estava viciada em pica de macho e ser tratada como puta na cama. Célio era bonzinho de mais e nunca me proporcionaria orgias. Pressionada pela minha família, acabei aceitado mas somente quando terminasse a faculdade. Nesse última ano, dei muito. Não economizei e acabei sendo a vadia da facul. Ficava soltinha nas festas, onde Célio não ia porque eu não deixava. Até meninos de outros cursos, frequentaram o meia das minhas pernas. Gozei muito e fiz muitos gozarem. Engoli muita porra e recebi rios de esperma dentro de mim. Minha despedida de solteira foi com o Lu, que também esteve presente no meu casamento. Metemos uma semana inteira, até no dia e horas antes do meu sim na igreja.

Depois da lua de mel, que durou uma semana, voltamos a nossa rotina. Eu já formada e Célio em seu emprego de entregas. Enquanto não pintava nada na minha área, fui levando uns bicos de promotora de eventos. Dei um tempo nas traições, apesar das investidas dos cafajestes de plantão.

Fernando foi quem me retornou ao pecado. Fiz um trabalho para a empresa dele e cai nas suas garras. Com o Fer, voltei a ter orgasmos, o que nunca tive com o Célio. Seu pau era grande e grosso e matei a saudade de ser machucada na penetração. Ter uma vara que entra rasgando, deixando a vagina deliciosamente doloridinha, não tem preço. Coisa de putinha......rs.

Com o Fernando, sai algumas vezes e quase fui pega por um tio meu, na entrada de um motel. Ele estava saindo com a minha tia e eu entrando com o Fer. Resolvi então, parar um pouco com as aventuras. Não queria machucar meu marido. Tudo ia indo super bem, até conhecer o chefe do Célio. Silvio tinha 47 anos, lindo, moreno, com 1,98 de altura e 100 kg de puro músculo. Era um Deus grego. A transportadora foi herança do seu pai, que ele administra muito bem. Dobrou o faturamento e o número de caminhões e agregados, trabalhando pra ele. Silvo tinha fama de durão e era divorciado pela segunda vez. Era sedutor e sempre aparecia na empresa com uma mulher diferente. Todas sempre muito novas e lindas. Nos conhecemos quando fui levar meu marido ao trabalho. Naquela semana, Célio havia deixado o caminhão na empresa para atualizar o cadastro veicular. Quando me deparei com aquele homem chegando na empresa, com um carrão importado, minha xoxotinha piscou. Quando meu marido me apresentou a ele, senti minha calcinha encharcar. Aquela mão enorme, quase escondendo a minha de tão grande, me fazia imaginar coisas. O seu olhar me despiu e o troucha do meu marido nem percebeu.

Foi minha surpresa quando Célio disse ao Silvio, que eu era formada em administração de empresas. O seu chefe arregalou o olho e emendou:

- Jura?

- Que coincidência. Estou precisando de uma pessoa para me ajudar no escritório.

- Você topa fazer um teste?

Na hora fiquei imóvel. Não tive resposta. Célio respondeu por mim:

- Claro que ela topa patrão. Seria muito legal trabalharmos juntos para o senhor.

Os olhos de Silvio não paravam de percorrer meu corpo. Era a primeira vez que um homem me deixava sem graça.

Então, marcamos para iniciar um período de experiência no dia seguinte. Fui com uma camisa branca e uma saia preta dois dedos acima do joelho, bem justa. Quando Silvio me viu, lançou uma piadinha dizendo que eu já estava aprovada. Rimos juntos e agradeci o elogio. Ele me colocou sentada ao seu lado, para me ensinar o trabalho. O perfume daquele homem me deixava arrepiada. O calor que vinha dele me fazia transpirar. Foi o dia todo de ensinamentos e assédios. De vez em quando, ele esbarrava sua mão boba em alguma parte do meu corpo. Me tocava de leve e me deixava arrepiada.

Os dias foram passando e nossa intimidade aumentando. Já o chamava só de Silvio ao contrário dos outros funcionários que o tratavam como senhor e até doutor....rs. O panaca do meu marido o chamava de patrão. Comecei a ir mais a vontade nos decotes, o que foi muito observado pelo meu chefe. Ele me elogiava e investia nas brincadeirinhas:

- Você tá cada vez mais gostosa hein Dany!

- Sorte do seu marido que deita com você todos os dias.

- Agora entendo porque ele está sempre feliz e disposto.

- Vocês devem aprontar muito, durante a noite.

Não aguentei e comecei a rir. Indaguei um irônico: - Oh, você nem imagina como aprontamos.

Silvio entendeu minha frase e já foi replicando:

- Como assim? Seu maridinho não tá dando no coro?

- Então Silvio......digamos que ele nunca deu!

- Célio é meio preguiçoso e sexo não é o seu forte.

- Não me diga gata.

- E o que você faz pra resolver o seu problema?

- Usa algum brinquedinho?

- kkkkkk..... não sou mulher de brinquedinhos.

- Então me diga, como você se vira?

- É segredo Silvio. Use a sua imaginação.....rs.

Nessa hora, ele fez um silêncio e me lançou um olhar malicioso.

- Já entendi gata!

- O que você entendeu?

- Lhe direi no almoço. Quer almoçar comigo?

Fiquei insistindo na sua resposta. Queria saber o que ele havia entendido, sobre a nossa conversa. Silvio estava disposto a guardar segredo. Disse que só revelaria sua conclusão, se eu almoçasse com ele. Não tive alternativa.

- Aceito. Tô curiosa pra saber o que você pensou de mim.

Eu e Silvo fomos almoçar e ao sairmos da empresa em seu carro, fomos "mirados" por vários funcionários, muitos deles amigos do meu marido.

No restaurante, não dei trégua para o Silvio e quis saber o que ele havia imaginado, sobre o que eu tinha lhe dito a respeito do meu alívio sexual.

Quando o garçon veio com uma garrafa de vinho, olhei espantada.

- Vamos beber no almoço?

- Sim, mas não conta nada para o seu chefe, ok.....kkkkkk.

- Me fala chefe, o que você concluiu sobre a nossa conversa.

- Calma gata, relaxa e curti a refeição. Na hora e lugar certo, eu lhe digo.

Achei estranho ele falar sobre hora e lugar. Pensei que tivéssemos saído pra almoçar e conversar sobre o assunto.

Ao terminarmos nosso almoço e a garrafa de vinho, eu estava meio zonza. A minha impressão foi de beber quase toda a garrafa. Via Silvio sempre preenchendo minha taça. Quando levantei da cadeira, vi tudo rodar e precisei ser segurada pelo meu chefe. Aquele homenzarrão me acolhendo em seus braços fortes, me fez tremer. Saímos dali e percebi que o caminho de volta não era o mesmo. Tive a certeza quando adentramos e paramos na recepção de um motel. Fiquei dura e sem reação. Silvio pediu uma suíte e entramos. No estacionamento, tomei coragem e disse:

- Silvio, eu não posso estar aqui. Sou casada e amo meu marido.

- Dany, a gente não tá aqui pra falar de amor.

- Estamos aqui para lhe ajudar com o seu problema. De carona, estou ajudando um funcionário....rs.

- Mas Silvio, não é certo. Célio gosta muito de você. Seria dolorido pra ele saber que seu chefe está comendo sua esposa.

- Então gata, é melhor alguém que ele gosta estar fudendo com a mulher dele, do que um estranho. E tem mais uma coisa, quem disse que ele ficará sabendo? Você irá contar?

- Vou comer você de qualquer jeito. Você está precisando de pica e ele nem pra fazer o serviço que lhe cabe.

- Não da pra ter dó de um cara que tem uma delicia em casa, e nem comparece.

- Agora vamos deixar de conversa e entrar. Temos pouco tempo ou você quer que o pessoal da firma desconfie o que estávamos fazendo, pela nossa demora?

Pensei melhor não resistir, pois estava realmente carente. Confesso que aquele vinho, também me ajudou na decisão. Eu estava molinha e bem fácil....rs. Além do mais, não seria a primeira vez que estava botando chifres no Célio. Entrei com o Silvio e fiquei impressionada com a suíte. Eram dois andares, sendo embaixo uma linda banheira e em cima, uma enorme cama redonda.

Aquele tarado já foi me abraçando por trás, desabotoando minha blusa e soltando meus peitos. Eu pequena e indefesa, estava totalmente dominada por aquele homem forte e imenso. Minha saia foi retirada com maestria, ficando somente de calcinha. Estava ali, com os peitos de fora e uma minúscula peça íntima, que mal cobria meu bumbum e minha pequena bucetinha totalmente depilada. Silvio me virou de frente pra ele, para me apreciar melhor. Me beijava maravilhosamente, intercalando com as mamadas nos meus peitinhos. Sua mão ia acariciando minha pequena por cima da calcinha. De repente, ele segurou firme pela lateral e puxou forte, rasgando como um papel a minha tanguinha. Dei um gritinho de fêmea e posso dizer que tive meu primeiro orgasmo, com aquela atitude de um homem de verdade. Nunca, ninguém fez isto comigo. Meu marido então, nem pensar. Bem longe aquele projeto de homem, ter força, agilidade, habilidade, tesão e competência para tratar uma mulher no cio.

Ia recebendo uma massagem no clitóris, daquele dedo médio, maior que o pau do meu marido. Foi aí que atingi meu segundo orgasmo.

Eu, em minha total submissão, me coloquei de joelhos e desabotoei a calça do meu homem, levando uma chicotada na cara do seu imenso membro. Constatei uma pica de 25cm, cabeçuda, grossa e cheia de veias pensando sangue. O saco era enorme, com duas bolas imensas e com certeza, grande produtora de sêmen. Sem dúvida, era o maior pau que eu havia visto e agora estava em minha boca. Mamava como uma bezerrinha. Estava deixando aquela pica toda babada e enquanto eu chupava, olhava fixamente nos olhos do meu chefe. Lambia suas bolas, enquanto o punhetava com as minhas duas mãos.

Era como dizer:

- Agora sou sua putinha e estou ordenhando sua pica com a boca.

- Quero leite de macho me alimentando.

- Fode a boquinha da vagabunda casada.

E assim, ele me fez implorar para ser penetrada.

- Vai vadia, me pede pra te fuder. Eu só vou colocar essa pica dentro dessa xoxotinha, se você me pedir de quatro.

E assim eu fiz. Corri até a cama e me posicionei de quatro na borda dela. Empinei bem o meu bumbum, deixando bem exposta minha menininha e meu botão anal. Olhei pra trás e praticamente chorei, pedido rola. A visão de Silvio era privilegiada e sua atitude me surpreendeu, de novo. O macho se ajoelhou e caiu de boca na minha buceta. Sua língua era mágica e sua chupada me fez gozar pela terceira vez. Já estava quase desmaiando, quando o meu chefe se posicionou atrás de mim e me deu um forte tapa na bunda. Dei novamente aquele gritinho de puta quando apanha do macho, o que o incentivou a dar outro e mais outro golpe da sua mão aberta contra minhas nádegas branquinhas. A marca dos dedos ficou estampada na minha bunda, quase como uma tatuagem. A minha impressão era que Silvio queria marcar seu território. Enquanto ele trabalhava em sua maldade, ia me fazendo varias perguntas:

- O que a puta quer?

- Sua pica dentro de mim, por favor.

- Você já meteu muitos chifres no maridão?

- Alguns.

- Gosta de tomar leite de macho?

- Sim, amo. O sabor de um esperma grosso me faz ovular, quando cai no meu estômago.

- E dentro da bucetinha?

- Eu choro quando me lavam por dentro. Me sinto mulher de verdade e escava de um macho.

- Já deu a bundinha?

- Sim, já.

- Pro corno?

- Não, pra ele não. O frouxo mau me come.

- Então tem sido uma menina má, não é?

- Sim, tenho!

- Sabe então porque está apanhando, não sabe?

- Sim, sei! Eu mereço.

- Eu sabia desde que botei meus olhos em você, que eu ia te comer. Você tem cara de vagabunda. Só o corno não enxerga isto.

- Vou colocá-lo pra viajar a semana toda, fazendo entregas bem longe. Assim vou tê-la todos os dias de pernas abertas. Vou elaborar um roteiro de 15 dias pra ele. Suas noites serão de total submissão a mim. Quero deixar sua buceta impregnada com o cheiro da minha rola. Vou gozar tanto na sua boca, que o seu paladar irá mudar.

- Sim amor, faça isto. Quero ser sua e dar tudo o que você merece. Manda o corno pra longe. Quero levar muita surra, muita pica e ser coberta de esperma. Sou sua vadia, rampeira, chupeteira, vagaba e tudo mais.

Silvio ficou maluco com as minhas palavras e socou sua pica enorme em mim. Eu já havia experimentado vários paus, mas o de Silvio era o melhor. O macho não teve do de mim e me esfolou toda. Sentia que ia ser partida ao meio. Aquela cabeça gigante entrava e saía de tal forma, que meus grandes lábios ficaram inchados. Foi de quatro, frango assado, de ladinho, papai e mamãe, coqueirinho, por cima, por baixo, ente outras posições. Ele batia totalmente seu quadril sobre o meu, fazendo muito barulho. Sua rola enorme sumia dentro de mim. O macho era insaciável e eu estava plenamente entregue a ele. Anunciou que ia gozar. Tirou o pau de dentro de mim, me pegou pelos cabelos, colocou-me de joelhos e ordenou que eu abrisse a boca e colocasse a língua pra fora. Batia punheta na frente do meu rosto e de repente, veio a primeira golfada de porra. Passou pela minha boca e foi direto até a garganta. Outro, outro e outros vieram, enchendo a minha boca, preenchendo minha língua e lavando o meu rosto. Cabelos, peitos e até a barriga não escaparam de serem atingidos. Fiquei impressionada, de onde vinha tanto esperma?

O macho realmente era um reprodutor. Parecia um garanhão gozando. No final, tive que engolir grande parte, além de chupar e limpar toda a sua pica. Fiz tudo isto olhando nos olhos dele, enquanto me declarava. Dizia que amava aquela pica e que ela havia me feito feliz.

Depois do banho, retornamos a empresa. Era quase final de tarde. Mesmo não sendo explícitos, todos tinham certeza que estávamos metendo a tarde toda. Talvez o meu cabelo molhado tenha ajudado nesta conclusão.

Enfim, meu marido já seria visto de uma outra forma pelos amigos da empresa.

Silvio cumpriu sua promessa e renovou o contrato do Célio, como entregador viajante. Agora ele ganharia bem mais, porém faria entregas até em outros estados, obrigando-o a ficar dias fora. A média da sua ausência era de 15 a 20 dias.

Eu me tornei a putinha do patrão. Metíamos na hora do almoço, a noite em motéis e até na minha casa, na cama do corno.

Célio nunca desconfiou e quando ouviu algo dos amigos, não acreditou e se afastou deles.

No fundo acho que ele sabe, porém não quer assumir. Talvez esteja bom pra ele assim. Tem um bom emprego e uma linda esposa. Não precisa se cansar fazendo sexo, pois outro se encarrega disto. Se for pra ver a esposa feliz e satisfeita, que seja com o patrão.

Penso que é isto que passa pela cabeça dele. Não pode ser outra coisa. Qual esposo em sua total consciência, chega à conclusão que sua mulher linda, nova, deliciosa e cheia de energia, está muito bem e feliz sem sexo, enquanto o marido fica dias fora de casa, pensando somente em trabalho?

Célio é frouxo e preguiço. Tem que levar galha mesmo.

O nosso chefe está usando e abusando de mim. Não fico um dia sem ser lavada por dentro, pela mangueira do meu macho. Seu esperma já está impregnado em toda minha parede vaginal. Depois que ele goza e vai embora, fico horas vazando porra. Minhas calcinhas estão todas manchadas. Tem dias que eu nem como nada. Só tomo o leite dele e fica saciada. Chega a pesar no estômago, tão grande o volume da gala. Meu botão anal, já se acostumou com aquela barra de ferro. Durante o dia, em sua sala, ele me bota pra sentar em seu colo e tenho que quicar meu cuzinho na sua pica, até ele gozar. Eu só subo a saia e puxo minha calcinha de lado. Aí, faço meu chefe feliz. O duro depois é andar pela empresa com o rabo todo fudido e cheio de porra, como se nada tivesse acontecido. As pessoas olham pra mim, me deixando a impressão que sabem de tudo. Tento esconder a porra que fica escorrendo pela perna, o que as vezes é percebido pelos amigos do meu marido.

Todos estamos felizes


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