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sexta-feira, 12 de maio de 2017

A PRIMEIRA VEZ QUE TRAI MEU MARIDO


Quando viemos morar no condomínio nós éramos recém casados. Conheci meu marido na infância. Ele era vizinho de uma prima que visitávamos frequentemente. Nós começamos a namorar quando ainda éramos adolescentes. Olha, é realmente uma linda história romântica, mas não é ela que eu quero contar. Temos a mesma idade, estudamos no mesmo colégio e por algumas vezes na mesma sala. Tínhamos sim alguns períodos de brigas, separávamos-nos, namorávamos outras pessoas, mas acabávamos voltando um para o outro. Até que formados e já trabalhando,resolvemos aos 24 anos jurar fidelidade eterna um ao outro e nos casamos. Ele conseguiu uma excelente colocação em uma multinacional e eu também arrumei um bom emprego de onde eu só não gostava da exigência de ter que usar aquele uniforme horrível com aquelas calças compridas de tergal azul marinho que eu era obrigada a usar. Conseguimos alugar esse apartamento distante do bairro onde crescemos e onde moram nossas famílias, mas em compensação era mais próximo de nossos empregos e nos instalamos felizes como todo casal recém casado. Como tudo que contarei é real (só trocarei os nomes, claro) vou me descrever como de fato sou fisicamente. Embora eu não seja aquele mulherão, sou bonita, mas sempre fui um pouco tímida e me sinto bem mais à vontade escrevendo do que falando. Bem feita de corpo, meço 1.67 e peso 60 K. Amo minhas pernas que sempre foram lisas e bonitas e que sempre gostei de exibi-las em shorts, vestidos e saias e acho meu rosto atraente, bonitinho, embora que dizem ter jeitinho de sonsa, mas eu nunca achei. Apesar de levemente arrebitada, não tenho muita bunda, assim, em questão de tamanho, mas não penso em muda-la em nada. Os seios sim, eu sonhava em dar uma “enchida” neles; acho muito pequenos. E apesar das diversas paqueras, sempre fui fiel ao Carlos, mesmo quando apenas namorávamos. E se fiquei com outros foi em períodos que estávamos brigados e eu sabia que ele também ficava com outras nesses períodos e éramos solteiros. Quando vi Seu Nelson pela primeira vez eu o achei apenas um senhor de aparência estranha apesar de parecer simpático. De rosto feio, ele era alto, parecendo ter uns 1.90 m, super magro e tinha ombros curvados parecendo meio corcunda o que lhe acentuava ainda mais a aparência estranha. Cabelo curtinho quase todo branco em seus quase 60 anos de idade (é o que aparenta, não sei ao certo a idade dele até hoje); rosto de bochechas chupadas (que mais tarde eu passei a chamar de cavernosas), com um cavanhaque branco sempre bem aparadinho que parecia lhe acentuar ainda mais o queixo pontiagudo, protuberante. Quando o conheci já na primeira semana no condomínio, notei seu olhar penetrante, indiscreto, diferente e inicialmente me causou uma certa repulsa, ou até medo mesmo e o evitei sem ficar ainda sabendo se era morador, visitante ou trabalhava no prédio. Que homem feio, esquisito, eu pensei imediatamente. Mas não demorou pra eu ficar sabendo que ele morava no mesmo andar que eu. Lembro que quando tomei conhecimento disso foi através de um inusitado encontro. Era um sábado, estava em casa à noite com o Carlos vendo um filme na televisão depois de termos feito amor gostoso. Completamente relaxada senti um cheiro estranho vindo da cozinha e rapidamente constatei que era da lixeirinha por causa de camarão que havíamos comido e jogado o resto fora na hora do almoço ainda. Aproveitando o intervalo no filme eu fui retirar correndo antes que o filme recomeçasse o saco da lixeirinha pra jogar imediatamente na lixeira do andar e ficar logo livre daquele odor desagradável. Como era um sábado e já passava da meia noite imaginei que não haveria problema de eu ir correndo vestida daquele jeito mesmo, ou seja, uma camisola branca fininha que deixava completamente visível a calcinha minúscula enfiada que eu costumava usar; era preta porque eu gostava do efeito que causava com a camisola branca transparente e também dava pra ver claramente os meus pequenos seios com meus bicos marrons pontudos porque com ela eu não costumava usar sutiã em casa. Lembro que lentamente eu me virei para encostar minha porta dos fundos sem deixar que ela batesse para não fazer barulho e eu não ficar presa lá fora. Mas foi quando eu me abaixei pra pegar uma folha de papel amassada no silêncio frio do hall, caída na entrada da porta da lixeira que eu vi Seu Nelson em pé na porta do apartamento que eu acabava de descobrir que era onde ele morava. O susto enorme que eu levei não foi o suficiente pra não me deixar perceber o seu olhar faminto enquanto caminhava em minha direção. A porta do apartamento dele é a mais próxima da porta da lixeira e rapidamente ele conseguiu se posicionar do meu lado pra abrir a porta da lixeira e de forma descarada me olhar toda abaixando e levantando a cabeça parecendo me devorar com toda sua indiscrição sem demonstrar o mínimo respeito por eu ser casada. E sua voz pareceu sair embargada de desejo enquanto ele falava lentamente, pausadamente. –Deixa que abro querida... Qual o seu nome? Assustada e super sem graça por ter sido flagrada por ele naqueles trajes e inclusive com a voz rouca dele, eu não disse nada e corri pro meu apartamento enquanto ele dizia alto. –O meu é Nelson, viu, querida! -O que houve Marisa? Você está pálida? Sabendo dos ciúmes do Carlos, lógico que eu não disse que fui vista por um homem no hall, vestida daquele jeito. Mas a partir daquele episódio o homem pareceu não parar de, de certa forma, me seguir. O meu expediente onde trabalho é diferente do expediente do Carlos e saio bem cedo, bem antes dele que tem um cargo meio executivo como ele diz, mas chego bem mais cedo também, antes das 4 da tarde e Seu Nelson parecia marcar todos os meus horários de idas e vindas. Sempre que eu chegava ou saía, ou simplesmente passava, eu sentia seu olhar de algum canto me observando. Eu fingia não perceber, mas quando ele começou a se aproximar e a dizer coisas começou a incomodar e me preocupar. Eu pensei em falar com Carlos, mas sabia que arrumaria um problema, que ia acabar tendo que nos tirar dali e a gente estava gostando tanto do bairro. E eu conhecia o temperamento explosivo do Carlos... Mas ele ia aumentando o grau de abuso. Lembro que no início ele apenas cumprimentava com bom dia, boa tarde ou boa noite quando se aproximava e eu nunca olhava pra ele. Eu até tentava justificar pensando que talvez ele estivesse somente querendo ser simpático, mas a lembrança do jeito dele de tarado naquela noite me fazia desfazer qualquer justificativa. Ele era paciente, insistente e com o tempo passou a dizer mais coisas, frases completas, e já quase caminhava um pouco ao meu lado e eu sempre me esquivando. Até que uma vez que ele perguntou pelo Carlos eu resolvi responder pra não ser mais tão carrancuda e quem sabe ele perceber de vez que não conseguiria nada comigo. Rasguei elogios ao Carlos e cheguei a comentar o quanto eu era fiel. Mas nada; acho que ele pensou que fosse na verdade alguma abertura de minha parte pra ele se aproximar mais, sei lá, e imediatamente falou. –Jamais vou me esquecer daquela noite na lixeira, você é uma delícia... Eu corei. Eu era tímida, eu sou tímida... E não esperava que ele dissesse aquilo naquele momento depois de tudo que eu tinha dito pra ele sobre o Carlos e de minhas atitudes na maioria das vezes tentando evita-lo. Já tinha recebido diversas cantadas e elogios daquele tipo até de homens mais velhos como ele e tinha sabido me dar tranquilamente com a coisa, mas as circunstâncias pareciam diferentes, não sei dizer exatamente porque fiquei mais envergonhada, mas fiquei mais do que qualquer outra vez. Consegui dizer baixo em tom de ameaça, mas tendo certeza de que ele ouviria. –Meu marido vai saber disso. Mas eu já não tinha como contar pro Carlos já passado tantos dias sem que eu falasse nada. Era o que eu achava pelo menos. Meu Deus! Vou ter que arrumar um jeito de falar com o Carlos. Esse velho pode ser algum psicopata. Quando saí de manhã ele estava como sempre lá embaixo e me deu um simples bom dia sem que eu respondesse. Mas à tarde quando eu voltava eu estranhei de não vê-lo lá por baixo para me cumprimentar como vinha fazendo todas as tardes. Com a porta de seu apartamento aberta não tinha como eu não ver. Assim que abriu a porta do elevador e dei uns dois passos, estarrecida eu vi meio pasmada. Ele estava sentado nu no sofá de seu apartamento e se masturbava. Meu Deus! Ele não teme ser visto? Há mais dois moradores (que eu ainda não conhecia) no andar. Ele devia saber que a essa hora estariam ausentes... Em poucos segundos pude ver seu pinto que era impressionantemente grande e estava completamente duro. Sua mão deslizava nele brilhoso e úmido. Sem conseguir me desfazer da impressão corri e abri rapidamente minha porta. Embora ele tenha conseguido me impressionar eu pensei “O cara é mais louco do que eu imaginava”. Mas a imagem da enorme e diferente cabeça brilhosa da coisa dele ficou. Embora tenha tido namorados onde havia acontecido de quase tudo, eu na verdade em termos de sexo era muito inexperiente na prática e meu conhecimento se resumia mais ao meu marido, alguns relato de amigas e a alguns filmes que vi de sexo. De prática mesmo muito pouco, eu acho. Mas o fato de não encontra-lo de novo lá embaixo na tarde do dia seguinte já me fez subir o elevador numa expectativa diferente. Meu Deus! O homem deve tá lá de novo se tocando. Como dizia a minha mãe, dito e feito. Lembro que eu estava muito nervosa, temia um ataque desse, era uma coisa estranha. Eu pensava, será que já não era hora de pedir alguma ajuda? Um homem que mal eu conhecia ou mal me conhecia, que não sabia quem poderia ser eu ou meus familiares; ou meu marido, ou a profissão do meu marido; esse homem, mesmo assim era capaz de tamanho abuso, de tamanha ousadia parecendo não temer minimamente as consequências; esse homem não podia ser normal... E não tinha como eu não ver para chegar à minha porta. Dessa vez ele estava numa posição diferente. Vendo que eu não havia armado um escândalo nem falado com ninguém sobre o dia anterior, ele parecia ter ficado mais ousado e aproximado mais o sofá e virado mais ele pra porta. Querendo ou não eu via o enorme saco que parecia sustentar a enorme coisa dele dura entre poucos pelos pretos e brancos bem de frente. Com o mesmo brilho e parecendo ainda maior porque muito mais próximo. Quando fechei minha porta me sentia diferente, estranha. E quando disse pra mim mesma “O homem é louco”, já não fui tão convincente. Se eu falar isso com o Carlos ele mata esse homem... Mas tinha medo de falar pro Carlos, de também ele me culpar e então eu pensava com quem eu poderia me queixar sem fazer um escândalo para que o Carlos não ficasse sabendo, mas não me vinha ninguém confiável à lembrança e me sentindo meio sem saída uma enorme confusão crescia em minha mente. E na manhã seguinte quando saí, ele me surpreendeu parecendo ter ter toda uma estratégia, surpreendentemente ele segurava com as duas mãos na entrada da porta dele parecendo estar nu cobrindo com uma cartolina somente da barriga pra baixo e já sabendo que o Carlos não veria por me ver sempre sair sozinha bem antes do Carlos, uma cartolina escrito com caneta piloto em vermelho, em letras grandes que não tinha como eu não ler surpreendida “é por você”. Rapidamente desviei o olhar e no elevador deduzi o óbvio, ele se tocava por mim. Essa dedução, eu percebia naquele momento no elevador, mexia alguma coisa em mim que só admito hoje mesmo, porque naquele momento eu jamais admitiria, embora sentisse uma coisa diferente me umedecer. E naquele dia não teve como na escola não ficar pensando em como o encontraria quando chegasse em casa. Lembro que nessas horas que me lembrava na escola vinha nitidamente em minha mente a lembrança da coisa dele mais próxima na tarde anterior. Um monte de coisas ia se passando em minha mente confusa. E como ele conseguia manter aquela coisa enorme dura daquele jeito num horário definido e com aquela idade? Será que ele vai estar lá daquele jeito hoje de novo? Não vê-lo lá embaixo já nesse terceiro dia que o encontraria se masturbando já me deixou completamente diferente no elevador. Eu estava nervosa, meio ansiosa sem querer admitir nada, mas hoje admito, mesmo que inconscientemente, eu queria ver mais... E lá estava ele. Parecia ainda mais próximo. Parecia que ia acabar pondo o sofá no hall. E eu inconscientemente, meio que hipnotizada, demorava mais olhando. Não era só diferentemente grande. Lembro que abestalhada eu reparava os detalhes. Era bonito. Brilhava. Deslizava. Me umedecia... Assim de frente dava pra ver também nitidamente o saco enorme. Era tudo desproporcionalmente grande. As bolas pendiam para baixo entre suas coxas magras grandes dentro de um enorme saco. E era por mim... Abri minha porta e fechei logo em seguida batendo, mas desta vez não fui correndo para o quarto. Encostei-me na porta fechada para pensar e constatar. Eu estava completamente molhada. Louca! Ele é louco! Horrível e velho! Como podia aquilo estar mexendo assim comigo? Procurei me distrair com alguns afazeres, mas a imagem pulsava pela tarde toda e quando lá pelas 6 fui tomar banho, não teve jeito, me toquei lembrando dele. Me imaginei fazendo nele algumas coisas que fazia no Carlos e surpresa gozei rápida e intensamente me arrependendo e me sentindo culpada com um forte remorso logo em seguida e decidia a não mais me tocar além de arrumar um jeito de evitá-lo a qualquer custo.. Na manhã seguinte já não era tanta surpresa e não havia como eu evitar. Lá estava ele na porta com a cartolina cobrindo suas partes íntimas com novos dizeres em vermelho, mas as letras eram menores e por isso havia mais dificuldade pra ler, eram mais coisas escritas, mas ele notava meu disfarçado interesse em ler, embora eu achasse que disfarçasse bem. “Todo dia eu lembro daquela noite na lixeira e quase gozo”. E imediatamente eu imaginei aquela coisa gozando. Nossa! Não tinha mais como não admitir. No elevador eu dizia pra mim mesma “Meu Deus! Eu estou completamente molhada!”. Já era o quê? A quarta? A terceira tarde que o encontraria? Lembro que eu estava meio transtornada, ainda não me admitia, não me sabia, mas contraditória, já na volta pra casa decidida a evita-lo eu fazia justamente o contrário, eu andava depressa pra chegar logo ao elevador. Quando a porta do elevador se abriu e eu lentamente passava em frente à porta dele ele estava de pé com o seu enorme pau duro apontado pra cima e se alisando lentamente, com aquele sorrisinho cínico de lado da boca me olhando. Temendo que ele se dirigisse a mim daquela maneira e ali no hall, eu corri e abri minha porta a trancando imediatamente. Meu Deus ele estava de pé perto da porta! O que é isso que está acontecendo? O que eu estou admitindo que aconteça? Esse cara é louco, mas eu não sou não! Tenho que dar um basta nisso! Ainda bem que esse louco não bate aqui. Mas eu estava molhada, excitada, tonta de desejo naquela coisa quase que totalmente desconhecida pra mim. E eu já via no enorme desejo dele por mim estampado naquele pauzão duro um prazer diferente pra mim também. Mas não admitia. Era tudo um sentimento estranho, contraditório. E olhem como a coisa foi rápida, como fui muito mais fácil do que eu imaginava que pudesse ser. Na manhã seguinte lá estava ele e a cartolina dessa vez fácil de ler “Você não vem mais à lixeira?”. Lembro como se fosse hoje. Acho que era uma sexta feira. Sim a coisa se passou, exatamente assim, em dias consecutivos, rápidos. Aquele último cartaz não me saiu da lembrança o dia todo. Eu não conseguia me concentrar na aula. Daquela noite que eu fui à lixeira e que eu tentava esquecer por causa do susto, da vergonha de ser surpreendida por um estranho naqueles trajes, agora eu ficava tentando me lembrar de detalhes de como abri minha porta dos fundos e me virei pra encosta-la agindo sempre bem devagar pra que ela não batesse (ele já devia tá me vendo, eu estava mesmo quase nua), de como me abaixei pra pegar o papel amassado no chão, de como ele já estaria me vendo desde que abri minha porta sem vê-lo, da voz de tarado dele... De eu me abaixando pra pegar uma folha, do susto de ele estar ali, dele se aproximando. As imagens iam se repetindo em minha mente, se misturando e vinham mais claramente novos detalhes durante todo dia me deixando diferente, estranha, fraca, úmida... E naquela tarde quando cheguei e a porta do elevador se abriu, dei mais lentamente que de costume os cerca de dois passos que dava antes de poder vê-lo dentro de seu apartamento e lá estava ele sentado com o sofá quase que na porta e eu passando quase ao lado sem me importar mais que ele notasse que eu olhava mesmo. Dessa vez ele não se levantou, não estava de pé, não me assustou como na tarde anterior e eu parei pra olhar. Sim, parei. Sinceramente, tive ímpetos de me aproximar mais. Mas vi que ele sorria e seu sorriso parecendo vitorioso me fez, num resquício de pudor, me despertar e me dirigir ao meu apartamento. Mas meu resquício de pudor pareceu se desvanecer rapidamente e quando abri a porta e entrei, me freei e não bati a porta como das outras vezes e sabia que ele ia notar isso. Eu estava fraca, com aquela decisão de dar pra ele já quase totalmente tomada, mas a fiel esposa que tinha jurado fidelidade até o resto da vida ainda resistia em mim, ainda gritava como se estivesse lá no fundo de uma caverna “não faz isso não...”, mas era uma voz cada vez mais fraca e que eu quase já não ouvia de tão baixa... . Sim, está tudo numa decisão, ou você vai ou não vai... Sabe, não existia janelinha ou “olho mágico” como na casa da minha mãe, era tudo à base de interfone e eu mantive a porta um pouquinho só aberta pra ver se a porta dele estava aberta. Eu não podia ir lá... Eu ia lá? Embora não ficasse de frente para a minha, eu notava que a porta dele estava aberta pela claridade que saía da porta dele. Ele notava que eu não tinha batido a porta e que de certa forma estaria tentando espiar da minha porta. Foi quando ele esticou a cartolina com aqueles mesmos dizeres da manhã “Você não vem mais à lixeira?”. Lentamente ele foi virando a cartolina e do outro lado estava escrito “Vem”. Bati fortemente a porta pra ele saber que eu estava fechando e parasse com aquilo. Ah! O resquício de pudor... Eu estava tonta, indecisa, fraca... Eu tinha visto de muito perto e mais demoradamente cada detalhe dessa vez. Como ele mantinha aquela coisa enorme dura daquele jeito? Era mesmo impressionante... A mão dele tinha descido e subido por toda a extensão úmida da coisa enorme e demorado brincando com a palma de sua mão na cabeçona. De olhos fechados e ainda encostada na porta fechada, com a boca entreaberta e engolindo em seco eu ia lembrando deliciada de cada detalhe e quase que involuntariamente comprimi minha buceta nervosamente com minhas pernas absurdamente desejosa. E aquela minha demora olhando já me entregava completamente. Aí me veio a ideia que me fez decidir de vez. Ele já sabia que eu estava toda no jogo e gostando da brincadeira. E danei a repetir pra mim mesma como uma doida “ele já sabe, ele já sabe, ele já sabe que eu quero”. Meio mecanicamente e repetindo sempre pra mim mesma em voz baixa como uma doida perdida na rua procurando um caminho eu ia andando em círculos pela minha sala tentando sem sucesso espantar todos aqueles pensamentos de vez, todo aquele desejo de vez “ele já sabe, ele já sabe que eu quero dar pra ele...”. Até que eu comecei a me dirigir pro meu quarto e comecei a procurar no guarda roupa a camisola daquela noite que fui na lixeira e ele me viu até finalmente acha-la. Só que a calcinha dessa vez ele não iria ver porque eu iria sem. Enquanto eu tirava a roupa sem conseguir ser rápida como eu queria, percebi que as extremidades dos meus dedos tremiam de verdade e finalmente completamente nua vi toda minha roupa de trabalho sobre minha cama, inclusive a calcinha e já temendo que ele saísse de lá, vesti rapidamente a camisola pela cabeça e mais nada. Fui na cozinha peguei um pequenino saco de lixo e com o coração aos pulos abri minha porta e vi que a porta dele continuava aberta. Lentamente fui à lixeira. Reparei que ele me viu e estava de pé e se sentava devagar no sofá dando a entender que era pra me ver melhor e meu tesão pareceu pulsar ainda mais forte dentro de mim. –LINDA. Toda mole, parecendo desfalecer, ouvia sua voz rouca dizendo coisas enquanto se tocava me olhando. Deixei o pequeno saco de lixo cair pra lentamente me inclinar pra pegar. –Deliciosa. Quando saí da porta da lixeira ouvi sua voz já bem próxima de mim dizendo enquanto ele inteiramente nu segurava delicadamente no meu braço. –Vem rápido, vem. E eu inacreditavelmente ia... Deixando me conduzir vi, embora de cabeça baixa, quando ele fechava a porta e me procurava pra um abraço. Tremula, fraca, senti sua coisa enorme encostar dura na altura de minha barriga e minhas pernas bambearam. Eu vou mesmo fazer isso com esse homem? E antes mesmo que deixasse que ele beijasse minha boca como parecia querer se inclinando, eu enfiei minha mão direita por dentro e peguei na coisa dele sem conseguir envolver. Era uma sensação de desfalecimento. Meus joelhos pareciam querer se dobrar pra me botar de quatro. Sua boca sugava a minha com avidez e eu sentia sua língua invadir o céu de minha boca. Lembro que se passou vagamente em minha mente “eu estou beijando esse homem...”. E aquela coisa encostada em mim latejava, ele mexia com ela como que me cutucando e eu comecei a chorar. Sim, chorar. Não, não me perguntem o porquê, eu também não sei. Remorso? Prazer? Fraqueza? Não sei, mas era um chorinho baixo, dentro de uma sensação gostosa de um prazer intenso e indescritível que parecia ir crescendo sem fim. Eu estava traindo e estava amando trair e chorava sem saber direito o porquê. O que mais me surpreendia era ter chegado àquele ponto assim tão rapidamente. Quatro dias? Cinco dias? E será que era a emoção por estar me descobrindo daquele jeito o que me fazia chorar? Difícil saber... Ele tinha alguém? Ele morava sozinho? Eu não sabia de nada. Eu só sei que precisava, que queria ver aquilo de frente, de cara, eu tinha que me ajoelhar. E assim chorosa, me afastei levemente pra olhar a coisa empinada apontando em direção ao meu queixo e dei um sorrisinho cínico como que pra tranquiliza-lo por causa do meu choro que não cessava enquanto ia limpando as lágrimas e, cínica como jamais pensei que fosse, eu fui lentamente me abaixando, deslizando e passando a língua pelo seu corpo magro esquelético; e assim de perto dava até pra ver algumas costelas, mas de pau gordo, comprido, grosso, robusto e surpreendentemente duro. Eu já sabia que aquela cabeça não ia dar na minha boca, mas eu queria brincar com minha boca nela, lamber toda extensão. E ajoelhada foi o que fui fazendo extasiada, deliciada, chorosa, enfim, repleta de um prazer até então inteiramente desconhecido por mim, eu ia passando a língua, tentando por a cabeça na boca, às vezes conseguindo um pouco e voltando a lamber toda a extensão chegando ao saco , às bolas; delirante, faminta, surpreendente, deliciada com os gemidos incessantes que ele dava de prazer. Até que sua voz rouca veio lá de cima me fazendo o corpo dar uma estremecida involuntária. –Quero comer você... Aquilo daria em mim? Não tinha volta. E mesmo se tivesse claro que eu não queria voltar. Ou vai ou não... Eu estava lá e tinha que sentir tudo. Se era um erro já estava cometido. Levantei devagar e só quando ele puxou minha camisola pra cima foi que me lembrei que ainda estava com ela. Eu estava completamente nua diante deum velho estranho e feio. Como eu poderia imaginar que isso me aconteceria um dia? Olhando demoradamente meus seios ele começou a massageá-los e a pegar em mim onde pudesse. Parecendo estar há anos sem tocar em uma mulher ele parecia não saber direito o que fazer. Ele enfiava a mão entre minhas pernas e machucava minha buceta apertando, apertava minhas coxas, enfiava o dedo, beijava meu pescoço, rosto, boca, sugava e apertava meus seios e a tudo eu permitia completamente entregue, mole, fraca, servil; até que por fim parou e ficou me olhando como que não acreditando que ia mesmo me comer, olhou-me demoradamente assim até que pôs as mãos sobre meus ombros com delicadeza e sem dizer nada, com apenas um gesto com o rosto, me indicou o sofá que dessa vez estava em seu lugar de origem encostado à parede. Ele foi me conduzindo, me induzindo, me ajeitando, me ajoelhando e quando vi estava de joelhos no chão com o corpo debruçado sobre o sofá. Sentia que ele se posicionava ajoelhado atrás de mim e a expectativa da entrada daquela coisa me deixava tonta, meio débil e mais fraca ainda. Mas ele não entrou ainda e ao invés começou a me bolinar novamente com as duas mão dizendo coisa sem parar. –Você é mais linda do que pensa, tenho certeza, Marize, sei que seu nome é Marize. E sem parar de me alisar, de me beijar comigo naquela posição ele ia falando, falando...-Sua pernas, Marize, são lindas, sinceramente eu não sabia, só tinha te visto naquelas roupas grandonas, eu percebia que era gostosa, mas nem tanto... Você me surpreendeu de camisola àquela noite, naquela noite mesmo eu gozei pensando em você. Senti sua língua passar em meu ânus e me inundar todo o corpo de uma sensação jamais sentida, jamais tinham feito isso comigo. Do ânus à buceta, que delícia... E quando finalmente senti a cabeça encostar por trás, na entrada da minha buceta, apertei com as mãos o pano que cobria o sofá atrapalhando de vez a arrumação e me abri o mais que pude. Era enorme... Eu estava muito molhada, mas parecia que não seria o suficiente para receber aquilo. Mas teria que ser. –Toquei muita punheta pensando nessa hora desde que te vi naquela noite. Eu tinha que te comer de qualquer jeito, senão eu ia ter um treco... Sua voz rouca deu logo sequencia a sua cruel entrada. Ele então só queria, a partir dali, desfrutar do seu prazer e entrou sem dó e logo em seguida mordi o pano do sofá abafando o grito de dor que parecia ecoar por dentro do sofá. Ele se debruçou mais sobre mim para entrar melhor e então pude sentir a invasão por completo. A dor era lancinante, me abria como jamais eu havia sido aberta. O pau do Carlos é pequeno e fino, alguns namorados podiam ser um pouco menores ou maiores do que o do Carlos, mas nenhum jamais chegaria à metade do pau do Seu Nelson. E eu sentia cada centímetro da enorme pica entrando e me abrindo sem dó, me arreganhando. E ele já não se importava com mais nada, só queria o prazer dele. Eu parecia que perderia o fôlego, que desmaiaria a qualquer momento, mas pouco a pouco ia me acostumando à dor e os movimentos de vai e vem foram misturando dor a um prazer jamais por mim experimentado. Quando senti que ele talvez estivesse todo enfiado demorando-se dentro de mim a dor se intensificou insuportável e joguei a mão pra trás esticando o braço em vão sem conseguir tocar em nenhuma parte do corpo dele e ele cego de prazer, uivando como um animal, sem dó forçou mais e começou a socar com força. Pensei que dessa vez eu desmaiaria, mas um toque de uma mão dele que eu não sei de onde vinha de tão tonta, me fez estourar num orgasmo que eu sequer podia imaginar que fosse ter um dia. Era dor, prazer, estrelas, lua e sol... Ele uivou mais alto e senti jatos quentes me inundar por dentro. Ele também gozava se estremecendo todo dentro de mim. Até pra sair, mesmo meio amolecido a coisa dele ia pingando e me doendo. Eu devia estar toda assada e uma mistura de cansaço e torpor me invadiu completamente e apaguei ali por alguns minutos. Acordei com ele de bermuda sentado ao meu lado alisando ternamente meu rosto. Meio que envergonhada fui aos poucos me recompondo. Mas não sentia aquela culpa ou remorso que havia sentido quando eu tinha me masturbado pensando nele. Me sentia sim, meio envergonhada, mas sentia também uma inédita sensação de leveza, prazer... Ele me esticou a camisola sempre gentil e quando saí senti uma gota escorrer. Ao contrário de quando entrei, cheia de precaução dei uma olhadinha pra ver se não vinha ninguém que sabíamos que seria mesmo improvável que viesse e corri pra minha porta. Quase uma recém casada prematuramente já traía daquele jeito. Ou melhor, já me descobria e sentia que jamais pararia. Essa foi só a primeira. Posso contar a segunda?

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